Destaque
Publicado em Marketing, Mídias, Comunicação, Posts

5 dicas para ser “bambambã digital”

Carimbo, Corpulento, Popularidade

Lembra do Mister M? Um cara que teve a ideia genial de revelar como as mágicas eram realizadas, e, desse modo, conseguiu ser notado no mundo dos mágicos populares?

Pois é, você também pode sair do anonimato e ter o seu lugar ao sol, basta seguir algumas dicas básicas e aprender como fazem os influenciadores digitais.

Isto, porque a notoriedade digital não é diferente da que existe no universo da magia.

Então, eu decidi redigir uma postagem sobre este tema, com base na minha percepção a respeito. E agora, compartilho com vocês as minhas impressões.

Hoje é muito comum que os “bambambãs” da internet consigam milhares de visualizações, seguidores, fãs, gente que compre a ideia deles, e até seus produtos e serviços, pela diferenciação que criaram.

DIFERENCIAÇÃO

Pense nos blogueiros do marketing digital, e note que a sacada deles é, em vez de competir num mercado super concorrido, como é o do marketing, optam por explicar passo a passo todos os procedimentos e as técnicas utilizadas pelos marqueteiros, e, claro, pelas plataformas tops como a Google, por exemplo, para um indivíduo alcançar sucesso on-line.

Veja, a seguir, as 5 dicas que destacam você no mundo digital:

  1. Reconheça o seu valor: em que você pode contribuir na vida das pessoas?

  2. Administre o seu tempo: reserve dias e horários para construir a sua reputação digital.

  3. Revele algo que as pessoas desconheçam: na temática em que você escolhou atuar, desenvolva um conteúdo que seja instrutivo e curioso, ainda não conhecido ou muito comentado, e acrescente humor.

  4. Fale e aja como um mentor, um guru: demonstre às pessoas que você é alguém experiente, conte casos, histórias; oriente-as a lidar com alguma coisa, seja na rotina pessoal ou na vida profissional.

  5. Explore as diversas mídias para se aproximar de sua audiência: escreva artigos, apareça em vídeos, converse com seus adeptos nas redes sociais, crie vínculos, ofereça ajuda, conteúdos, aproxime-se do dia a dia dos seus fãs, leitores, seguidores, provendo empatia.

Bônus: Como anda a sua reputação digital?

http://revistapontocom.org.br/entrevistas/como-anda-a-sua-reputacao-digital

Resultado de imagem para imagens gratuitas: seja você

Anúncios
Publicado em Literatura, Cultura, Poesia, Posts, Temas cotidianos

Com que autor você se parece nas mídias sociais?

Neste post vou revelar a você com qual autor famoso você se parece nas mídias sociais, baseado no seu modo de produzir, de escrever e de se comportar.

Prepare-se, porque sua ficha vai cair!

E as informações aqui são uma brincadeira, que contém um fundo de verdade,não há nenhum fato científico, apenas o meu olhar observador e analítico.

Então, reuni 14 autores bem conhecidos, dentre brasileiros e estrangeiros, vivos e já falecidos, que possuem traços distintos de personalidade, para relacioná-los a você, de modo que farei isso seguindo a numeração abaixo.

A Lista:

  1.  Paulo Leminski;
  2. Caetano Veloso;
  3. Talita Rebouças;
  4. Rubem Braga;
  5. Oscar Wilde;
  6. Mia Couto;
  7. Machado de Assis;
  8. Elisa Lucinda;
  9. Caio Fernando Abreu;
  10. Arnaldo Jabor;
  11. Pe. Fábio de Melo;
  12. Fernanda Torres;
  13. Regina Navarro Lins;
  14. Clarice Lispector.

Você é um experimentalista nato. Nas redes, posta artes consideradas impuras, como o grafite. Também escreve haicais, curte e compartilha coisas do universo zen, gosta de tudo o que é alternativo e da cultura japonesa.

Você é influente e politizado. Costuma expor sua opinião sobre tudo e não tem medo de ofensivas e curte quem se comporta assim também. E gasta um bom tempo escutando música e compartilhando frases reflexivas.

Você é assíduo nas redes, escreve muito, e é acompanhado por um público heterogêneo, desde jovens a maduros. Curte um pouco de tudo, compartilha o que há de belo na vida. Transmite um espírito meigo, mas prático nas redes, mas tende a se recolher quando percebe polêmicas à frente.

Você é um bom observador do cotidiano. Escreve muito nas redes e costuma interagir de modo bem-humorado com todos. Mas também, posiciona-se com frequência sobre os assuntos da atualidade, sem ficar em cima do muro. Curte e compartilha ações benevolentes e denuncia injustiças.

Você é sarcástico, até quando está sendo sincero. Gosta de comentar os posts alheios sempre com um tom irônico. Curte gente dramática nas redes, memes e poesia. Escreve sem muito preparo ou a preocupação de não agradar, e compartilha o que há de mais vanguarda no mundo.

Você usa as redes para difundir ideias sustentáveis, pois se liga bastante ao meio ambiente. Escreve sempre de modo a acrescentar algo de bom na vida das pessoas. Curte poesia, histórias de vida, como aquelas minibiografias instantâneas que aparecem em sua timeline de vez em quando. Mas contido, não costuma se expor com facilidade. Compartilha fatos notáveis e iniciativas bacanas, depois de averiguar se a fonte é confiável.

Você é um visionário! Antecipa temas que logo ficam em voga no dia a dia. Tem um olhar crítico sobre tudo, mas opina sobre as coisas com elegância, sem medir forças com ninguém. Curte e compartilha o universo literário e as artes de massa, mas prefere comentar postagens da imprensa com objetividade e polidez.

Você é um ativista, defende causas que considera legítimas, e o faz, muitas vezes, em forma de arte (poesia, imagem, música, etc.). Segue ou compartilha apenas quem tem posicionamentos semelhantes aos seus. E sincroniza todas as suas contas nas redes para expandir as ideias que acredita.

Você tem um ar melancólico e sensível nas redes por escrever sobre temas que põem o dedo na ferida da sociedade. Posta e curte pensamentos motivadores. Tem também o hábito de postar sensações repentinas e aspectos do seu próprio cotidiano, com a certeza de que muitos se identificam com você pela simplicidade principalmente com que expõe seus pensamentos.

Você gosta de polêmica, curte também postar e comentar sobre relacionamentos, realitys, vida dos famosos, etc. É o tipo que entra nas redes mais para acompanhar do que para interagir, mas quando o faz, conquista novas pessoas pela perspicácia que possui e o espírito bem-humorado com que responde às opiniões divergentes. E ganha a simpatia facilmente do sexo oposto.

Você é bastante religioso, curte e compartilha pensamentos cristãos. Com frequência, também posta frases motivacionais de autoria própria e fatos do seu dia a dia que reflitam afetividade. Nem sempre evita discussões nas redes, o que cativa e ao mesmo tempo deixa de cativar.

Você é uma pessoa que, enquanto dirige, ou malha, está atenta ao que acontece nas redes. Gosta de memes engraçados, compartilha dramas e causas, não só aqueles com os quais se identifica, inclui os de amigos também. Muito criativo, adapta os fatos do cotidiano em frases de alto impacto e de autoria própria, além de expor sua opinião de forma politizada, ou seja, para agregar alguma coisa na rotina das pessoas.

Você sempre foi a favor de romper com os ditames (um tanto arcaicos) que regem a sociedade, assim, tem o hábito de provocar nas redes e emitir opiniões polêmicas, mas nunca fora de contexto, isto é, aproveita o assunto mais comentado para expor um ponto de vista nada conservador. Gosta da interação, cria enquetes com amigos e seguidores, além de compartilhar produções próprias, como vídeos, artigos, etc. Mas curte respostas que sejam parecidas com seu modo de ver a vida, sem dar muita atenção para os divergentes.

Você escreve muito, e é uma notoriedade nas redes. Curte e compartilha o lado poético da vida, aborda o amor, a solidão, o caos diário, aspectos do seu gênero… sempre com a sensibilidade apurada, o que é apaixonante para muita gente. De personalidade forte, é combativa nas redes também, expondo sua opinião autenticamente, mesmo que não agrade amigos, parentes e afetos. Mas não é do tipo que expõe sua vida íntima e pessoal, e prefere discutir sobre fatos a pessoas.

E todos esses 14 escritores têm em comum o fato de serem queridos, admirados e lidos por multidões, além de características que os tornam notáveis, tais como: percepção, para compreender as mudanças, mesmo as mais sutis que ocorrem em nosso cotidiano; a determinação para o aprimoramento pessoal; a capacidade de tornar simples o que é complexo em nosso mundo; o interesse no ser humano; o gosto pela leitura e a criticidade, sem a pressa comum de nossos dias para olhar as coisas com o objetivo de tornar a vida coletiva mais justa.

E aí, curtiu? Dá um like!

 

Publicado em educação, Marketing, Mídias, Comunicação, Posts, Temas cotidianos

Qual é o seu papel como cidadão?

Vivemos em uma época de mudanças constantes, inovações velozes a cada momento,  tudo isso possibilitados pelo capitalismo industrial, pelas revoluções democráticas, pela urbanização e pela diferenciação social e cultural.

O capitalismo industrial como sistema econômico vigente na atualidade, transformou as técnicas de produção, principalmente pelo uso automatizado das máquinas que auxiliavam no trabalho para atingir uma larga escala no mercado.

As revoluções democráticas sinalizam a mobilização do povo frente à estrutura social. A urbanização equivale à concentração de um grande número de pessoas nas cidades, povoando-as e modificando, assim, também, a dinâmica social.

E a diferenciação social e cultural se refere a superar a divisão de classes que, infelizmente, até hoje se reforça, reconhecendo as particularidades (linguagem, etnias, costumes, modos de vida, etc.) que compõem os grupos de indivíduos em um determinado território nacional.

Hoje a identidade é objeto de discussão e reflexão, é mais móvel, múltipla e sujeita a mudanças também, acompanhando a modernidade.

Então, para se manter ativo, o indivíduo cria um projeto pessoal, existencial para si próprio, inserido na experiência do novo em detrimento do velho, novo que é sempre mutável, transitório.

Já que o universo simbólico, regente da cultura, reflete as múltiplas formas de vida e comportamentos, mergulhados também na questão política da organização social e busca pelo poder.

Contudo, a lógica atual da nossa sociedade é a do mercado, do capital, do lucro, até mesmo a informação virou mercadoria. E muita gente continua sendo coagida a agir de acordo com o sistema capitalista, favorecendo a ideologia separatista.

E o imaginário social é colonizado pela mídia, sendo esta parcial, por mais que afirme o contrário.

Todo veículo de imprensa, de mídia, tem ideologia própria, posições determinadas que influenciam na conformação do imaginário social e nas disputas de sentido e de poder na contemporaneidade.

IMAGINÁRIO SOCIAL reflete visões que modulam condutas e estilos de vida em movimentos contínuos ou descontínuos de acordo com a ordem vigente na sociedade.

O que é preciso fazer é reforçar a necessidade da diversidade e da regulação que garantam as mais diferentes formas de expressão cultural. Cultura aqui entendida acertadamente como estilo de vida, conduta, comportamento, hábitos, costumes, etc.

Conforme o filósofo Dênis de Moraes afirma, em sua obra Crítica da mídia e hegemonia cultural, o papel da mídia e de todo o sistema de comunicação não se limita à consolidação ou a reversão de consensos, mas inclui a soberania nacional, a diversidade cultural, a integração regional e a cooperação internacional.

É necessário trabalharmos para impedir que a produção de bens simbólicos fique sob o domínio dos ditames ideológicos.

BENS SIMBÓLICOS produção material e imaterial, envolvendo o fazer estético, as crenças, a organização da sociedade, enfim, o que gera cultura.

Ditames estes construídos na prática e formulando hegemonias, deixando com que o mercado continue lucrando e os governos comandando a sociedade.

Pois há na sociedade elementos favoráveis para uma real democracia, como “a liberdade de expressão e de informação constituídas; o avanço tecnológico, que permite a comunicação em tempo real e facilita o nível de conscientização das massas; a inutilidade de tentativas de contenção das conquistas tecnológicas e do instantâneo intercâmbio das informações”, a fim de que não sucumba uma dada cultura em relação à outra, mas que sejam articuladas no processo das práticas sociais.

Portanto, devemos participar das discussões nos espaços midiáticos, para que haja uma reação de enfrentamento diante das táticas de emudecimento usadas na sociedade, através de instituições que se dizem em prol da democracia, mas na realidade não o são, por ainda manter discursos dualistas, fixando um conjunto de ideias que favorecem a transformação da cultura, da política, da vida, até mesmo as relações interpessoais em mercadoria.

Publicado em Posts, Temas cotidianos

Por que ficamos entediados e como lidar com isso?

O tédio é a monotonia que invade a nossa vida de tal forma que não sentimos vontade de fazer nada, ou procrastinamos alguma tarefa para poder ficar sem fazer nada.

Mas quando ficamos entediados, podemos sucumbir a essa sensação ou transformá-la em bênção. E isso depende de compreendermos de onde vem o tédio e como lidar com ele em nosso dia a dia.

Sentir-se entediado não é uma escolha, mas um foco, uma percepção do ambiente em que estamos inseridos.

Um pouco de história

Tédio vem do latim taedia, sendo que, desde a Roma antiga, paredes eram marcadas por grafites como um testemunho de momentos entediosos pelos quais passavam os jovens da época.

Já na era cristã, tédio era visto como o “demônio do meio-dia”, como um estado de espírito, ao mesmo tempo desinteressado e inquieto, afetando monges e outros indivíduos que viviam em clausura.

E a partir do século XVIII (dezoito) na França, o tédio passou a ser definitivamente uma punição, sendo construídas diversas prisões nas quais os detentos permaneciam horas do dia em isolamento, com o intuito de se arrependerem de seus pecados e conversarem com Deus. No entanto, essa “levada” somente os fizeram enlouquecer.

Entendendo o tédio…

Despendemos, normalmente, energia para qualquer coisa que fazemos, mas também para aquilo que deixamos de fazer, sabia?

E a sensação de tédio vem de não saber no que dedicar a nossa energia, além de, muitas vezes, aparecer quando estamos fazendo algo desestimulante, que pode estar relacionado a uma ação, a uma emoção ou a um pensamento. Então, nos incomodamos a ponto de crer que estamos desperdiçando o nosso tempo pelo simples fato de não estar acontecendo ou vivenciando nada de interessante.

O ápice do tédio é quando nos sentimos paralisados, sem controle da situação, cujo resultado é ficarmos irritados. E ao contrário do que muitos imaginam, o dia encurta devido à impotência que só faz crescer dentro da gente, consequentemente, “passa batido”, como dizem por aí.

E a importância de sabermos lidar com o nosso tédio é não responsabilizar coisas e/ou pessoas por senti-lo. Mas esse tipo de atitude depende também de cada temperamento. Por exemplo, pessoas mais impacientes ou prepotentes, não cairão logo em si , com grande possibilidade de construírem desafetos ou relações insatisfatórias.

O que a ciência diz sobre o tédio?

Segundo um estudo da Universidade Católica Australiana de 2006, podemos classificar 5 tipos de perfis, com base em reações químicas e no nível de excitação causadas pela sensação de tédio.

  1. O tipo indiferente > é o tipo calmo, apesar da sensação de tédio que lhe invade, sem se irritar por causa disso.
  2. O tipo ajustado > aquele que fica incomodado por conta da sensação entediante e busca compensá-la fazendo qualquer coisa que lhe tire desse foco, sem dar muita importância para a ação.
  3. O tipo pesquisador > é o incomodado, de fato, e quando o tédio lhe acomete, não para quieto até conseguir fazer alguma coisa para minimizar a sensação ou detê-la.
  4. O tipo reativo > é o pior de todos, porque põe a culpa nos outros por sentir tédio, o que só faz aumentar a sua ira, pois não consegue se livrar facilmente dessa sensação.
  5. O tipo apático > é o indivíduo que se acomoda ao sentir tédio, não mexe um dedo para sair dessa situação, podendo chegar até ficar deprê por causa disso, por se sentir também desamparado.

Como lidar com o tédio, ou como evitá-lo?

Buscar por coisas que nos estimulem em nossa rotina diária reduz a possibilidade de nos sentirmos entediados, principalmente quando essa sensação nos é imposta, seja um trabalho sem muitas emoções, ou a falta de alguma atividade prazerosa durante a semana…

Contudo, precisamos de um pouco de tédio para relaxar e criar algo novo. É fundamental não temer a sensação de estar entediado. Reflita por um momento que muita gente daria tudo para não fazer absolutamente nada, sem sequer se incomodar com isso, e que outro tipo de gente sabe muito bem como se aproveitar de situações de ócio.

Chato e estimulante são dois lados de uma mesma moeda.

vício em celular      benefícios do café

Ficar olhando a vida passar pelo celular pode ser enfadonho para uma pessoa que prefira fazer o mesmo tomando um bom cafezinho na rua.

Portanto, quando se sentir entediado, faça uma escolha! 😉

“Vagar mentalmente pode fornecer uma revelação enquanto você medita, tranca fora, deleite-se em seus pensamentos, pense.”

– Adaptado de The New York Times (2011) –

Publicado em Posts, Temas cotidianos

O que desperta em nós a figura do pai?

Dia dos pais se aproximando…

Para alguns, uma data comemorativa, já para outros, nem tanto, mas existe um fator curioso, sabia?

É o efeito pai!

Esse efeito só acontece, de fato, quando o tempo gasto junto ao nosso progenitor é (foi) de qualidade, o que supera a quantidade das vezes em convívio, que nem sempre tem (teve) a devida qualidade.

Mas vamos entender direito como esse efeito começa e como colabora ou prejudica no desenvolvimento da criança?

Um pouco de ciência…

Sabemos que os pais significam muito mais do que doadores de espermas, mas a genética importa bastante, tanto que o DNA se altera ao longo da vida, e sofre influências das escolhas que os homens fazem, como hábitos cotidianos, e até do próprio ambiente em que transitam.

Qualquer pensamento e comportamento viciante, por exemplo, que um futuro pai absorva ou tenha, afeta os espermatozóides, sabia?

Por isso, o pai, antes da concepção de sua prole, deve tomar parte do controle de seus pensamentos e atos, porque tudo vai impactar na vida de seus filhos.

O sêmen é uma mescla de fluidos, açúcares, enzimas, antioxidantes, micronutrientes e anticorpos, e alguns pesquisadores afirmam que esse componente natural do organismo do homem pode elevar o humor, melhorar o sono…, pois também contém substâncias químicas como estrona, oxitocina, cortisol, serotonina, etc.

Outros pesquisadores acreditam até que o sêmen, experimentado sem o uso de preservativos, auxilia a combater a depressão! Se fosse assim, muita mulher casada jamais ficaria deprimida, não é mesmo?!

O efeito pai

Pesquisas vêm sendo realizadas desde 1997, em torno da importância da figura do pai no momento pré-concepção e no decorrer da vida do filho, equivalente a toda extensa literatura e às comprovações científicas que já existem sobre a figura materna. E tais pesquisas indicam que os pais mais participantes durante a gestação, que se envolvem mais com tudo que antecede o dia da chegada de um bebê na família, contribuem para um melhor desenvolvimento da criança.

Por isso que só aparecer nos momentos decisivos é percorrer metade do caminho para se traduzir em eficácia na vida saudável de um filho. O importante e que valida realmente o efeito pai na criança e na vida adulta desta é o engajamento e a vontade sincera de estar presente como figura paterna, e não aquilo que é imposto pela consciência ou sociedade.

Inclusive os pais que já não moram na mesma casa que seus filhos podem marcar território e ajudar as crianças a usufruírem de todos os benefícios de sua companhia ou do efeito pai que possam gerar nelas, mas isso deve ocorrer de forma a privilegiar a qualidade. Um pai que liga pros seus filhos e o faz de modo automático, ou quando está com eles, aproveita o tempo para aborrecê-los com assuntos problemáticos (relativos ao seio da família), tende a impactar negativamente no desenvolvimento dessas crianças.

A qualidade baixa da paternidade pode envolver o comportamento frágil em relação aos filhos, insultá-los ou se envolver em comportamentos problemáticos que são amplamente incompatíveis com o pai presente e engajado.”

– Danielle DelPriore – psicóloga da Universidade de Utah .

Portanto, para ser chamado de pai, basta conceber, mas para se tornar um pai, é preciso traduzir isso em efeitos químicos, biológicos e psicológicos para os filhos. 😉

 

 

 

Publicado em Marketing, Mídias, Comunicação, Posts, Temas cotidianos

Por que falar de si mesmo nas redes sociais é recompensador?

Hoje, na sociedade imediatista em que vivemos, o nosso prazer é muito mais cerebral, porque somos capazes de nos expressar em qualquer hora e lugar, tirando selfies usando apenas um celular, liberando hormônios que ativam a região central de nosso cérebro, responsável por uma sensação gratificante, por isso, os consultórios de psicanálise já não ficam tão cheios, e muita gente até desistiria de ganhar dinheiro se a ressalva fosse ficar sem postar e falar sobre si mesmo nas redes sociais.

E a razão dessa ocorrência não é o avanço tecnológico, mas é biológica, é cerebral.

Para compreendermos melhor como funciona o nosso cérebro, vamos recorrer à neurobiologia, ciência que nos explica sobre os 3 fatores que ativam a nossa dependência à determinada ação, como a de compartilhar pensamentos, sentimentos, opiniões, enfim, a nossa vida pela internet:

PERSONALIDADE – AMBIENTE – DOPAMINA

A primeira coisa que devemos entender é que não somos definidos pela nossa personalidade, mas sim, pelo nosso temperamento.

De modo simples e resumido: personalidade está relacionada ao nosso comportamento; enquanto que temperamento, ao nosso jeito de ser. No entanto, o temperamento é parte da personalidade, indicando nossas características, nossas paticularidades.

A nossa personalidade é moldável, já o nosso temperamento não. Isto é, podemos agir eventualmente com base no ambiente do qual façamos parte, ou do qual temporariamente participamos, sofrendo influências desse ambiente.

Por exemplo, para alguém que tenha um temperamento mais reservado, pode se tornar um tanto cansativo permanecer nas redes sociais se autorrepresentando constantemente, porque na vida real não está habituado a isso.

Ao mesmo tempo, uma pessoa pode se comportar no mundo virtual de modo completamente diferente de como age no seu dia a dia com seus convivas.

Autorrepresentação é  o direito pessoal de se manifestar como bem entender ao mundo, ou seja, é a própria disponibilidade em se deixar interpretar pelo outro.

E como somos seres sociais, temos a necessidade de realizar trocas das mais diversas com outros indivíduos para nos sentirmos recompensados de alguma forma.

Cérebro, Humano, Córtex, AnatomiaEssas observações são para demonstrar que, dependendo dos estímulos que recebemos, o nível de prazer em nosso cérebro se prolonga, sendo a dopamina um dos principais neurotransmissores da região central do cérebro, caracterizada pelo sistema de recompensa.

Assim, a maioria de nós sente um imenso prazer nas redes sociais, quando falamos e mostramos mais sobre nós mesmos, sobre a nossa vida, equivalente a quando comemos algo de que gostamos, fazemos sexo, ganhamos dinheiro…

Mas…

O assunto é delicado, exatamente pela sensação de recompensa ter relação com um fator biológico, e não com uma consciência, configurando algo que acontece sem que possamos controlar ou decidir.

Por exemplo, o nosso corpo pode responder de maneira involuntária, devido à sensibilidade de nossa epiderme, quando estamos em um lugar com temperatura baixa, nossos pelos se eriçam, ou quando a nossa visão é estimulada durante algum tempo ao sol, ocasionando a lacrimação.

Então, devemos ter cuidados ao entrarmos em ambientes frios, trajando casacos, e quando expostos à luz solar, usando óculos.

E, do mesmo modo, também devemos ser cautelosos ao usar as redes sociais para que não se tornem um vício cotidiano, e nem signifiquem a nossa única fonte de interação, ou a única forma de nos sentirmos valorizados.

“Mídias Sociais não representam uma mídia. A chave é ouvir, engajar e construir relacionamentos.”

– David Alston –

Publicado em Marketing, Mídias, Comunicação, Posts

Por que segmentar o comportamento on-line de seu público importa?

Com certeza, você já percebeu que quando acessa redes sociais e outras páginas da web em busca de algo específico, seja um produto, serviço, conceito, pessoa, etc., ao voltar a acessá-las, você se depara com diversos insights, sugestões, imagens e anúncios da sua última pesquisa realizada, certo?

segmentando públicos

E isso tem um nome específico, sabia? É Segmentação Comportamental.

Segmentar o comportamento de usuários em um site significa corresponder às suas necessidades e expectativas, fornecendo-lhes exatamente mais daquilo que procuram, com base em pesquisas realizadas por eles, o que equivale a um método valioso que atende diferentes tipos de públicos, aumenta a receita de publicidade e gera resultados relevantes tanto para empresas quanto para consumidores.

Segmentar o comportamento do público que acessa nossas páginas na internet é capturar dados e informações sobre cada uma dessas pessoas e utilizar isso para criar conteúdos que lhes interessem, conforme suas necessidades e preferências.

Então, ao reunirmos os caminhos percorridos pelo público que acessa a nossa página na internet, passamos a conhecer o seu comportamento, seus interesses, seus gostos, seus desejos, suas dúvidas, o que os aborrecem…

E com isso, podemos nos aproximar melhor do nosso público, fornecendo conteúdos valorosos que correspondam ao que eles esperam, além de personalizar cada vez mais a experiência deles em nossa página, através de processos de otimização.

Como funciona a segmentação comportamental?

O exame correto do comportamento digital em uma página da internet se dá através dos cookies, que nada mais são do que fragmentos de dados.

Tais dados se referem a pesquisas ou visitas feitas pelos usuários em sites, a compras realizadas on-line, ao tempo de permanência em uma página, etc. Esses cookies são armazenados na memória do computador do usuário, podendo ser excluídos quando o navegador é fechado, ou alocados no disco rígido desse computador.

A segmentação do público baseada na maneira como ele se comporta está relacionada às ações executadas por ele em uma dada página da internet.

garota segurando um relatório de análise de dados

Mas como coletar esses dados?

Hoje no mercado há várias plataformas de gerenciamento de dados que facilitam esse trabalho. A mais popular e gratuita é a Google Analytics.

Com a ajuda do Google Analytics fica muito mais fácil e econômico mensurar o comportamento de nosso público, poupando tempo, dinheiro e energia para atingir os melhores resultados. Após abrir uma conta no Google, basta seguir o passo a passo de como proceder.

Se quiser dar uma fuçadinha antes de começar a gestão de sua(s) rede(s), o próprio Google dispõe de uma conta de demonstração para mostrar a você como tudo funciona na plataforma, só clicar em ACESSAR CONTA DE DEMONSTRAÇÃO.

Você também pode contar com o canal do youtube do Google Analytics para aprender a utilizá-lo, com legenda em português nos vídeos.

E igualmente importante é avaliarmos o modo como o nosso público se comporta quando usa seus celulares, e isso pode ser feito através de um recurso gratuito do Google, voltado para aplicativos: o Firebase, que se baseia em dados demográficos. Para saber como adicionar o Google Analytics Firebase em seu iOS ou Android, clique aqui.

Dessa forma, as plataformas de gerenciamento de dados, como a Google Analytics, detectam o comportamento dos usuários que acessam ou visitam nossas páginas por meio de alguns critérios, como a postagem ou o conteúdo que o visitante acessou; o caminho percorrido pelo usuário até chegar ao nosso site ou rede social; o tempo em que ele permaneceu conectado em nossa página; quais foram as mais acessadas; entre outros.

Ah! Veja também algumas dicas para aprender a desenvolver habilidades como um autodidata neste link: Como desenvolver habilidades como um autodidata?

Publicado em educação, inovação, Marketing, Mídias, Comunicação, Posts

Saiba como criar a sua primeira oficina on-line

A ideia de criar uma oficina on-line, workshop em inglês, é legal, porque o seu público passa a conhecer melhor você e o seu trabalho, além de permitir a participação de pessoas localizadas em diferentes regiões geográficas.

Uma oficina on-line é uma sessão que ocorre em tempo real, e onde um grupo de pessoas partilha de um interesse comum e troca conhecimentos, experiências e aprende algo novo.

Para realizar a sua oficina on-line, é conveniente ter uma presença digital, através de um blog, uma rede social, ou manter contato pessoalmente, por e-mail ou whatsapp com pessoas que possam se interessar pelo assunto que será abordado em sua oficina, enfim, colher algumas informações precisas.

E antes de escolher uma plataforma que facilite a criação da sua oficina, é preciso responder às seguintes questões:

  1. Quem se interessará pela sua oficina?
  2. Qual(is) foco(s) da oficina?
  3. Qual(is) objetivo(s) da oficina?
  4. Como tornar o conteúdo interessante?
  5. Como promover a oficina?

Eu marquei em vermelho uma das questões por ser crucial a motivação dos participantes durante a oficina, e como estamos tratando de uma reunião on-line, algumas estratégias podem ser adotadas para que o conteúdo se torne mais interessante e valoroso.

Incluir um recurso visual

Durante o bate-papo com os participantes, convém enriquecê-lo com algum recurso visual, como mapas mentais, que ilustre algum tópico da oficina ou alguma pergunta específica (colhida previamente de algum participante). Mapas mentais auxiliam no entedimento de conceitos-chave e possibilitam enxergar outros pontos de vista sobre uma parte da conversa.

Oferte um material a +

Se você oferecer algum material extra para os participantes que agregue mais conhecimento sobre o assunto abordado na oficina, isso a tornará ainda mais atrativa. Tal material pode ser um vídeo privado (compartilhado apenas com os participantes) onde você apareça ensinando algum macete, ou fornecendo um insight; ou um e-book.

Como comprovar a participação na oficina?

Sem esquecer de que receber um certificado, ao concluir o workshop, faz uma grande diferença, atraindo ainda mais a participação do público, e uma ferramenta gratuita e customizada para produzi-lo é o Canva.

E depois de colher as informações?

Após obter as 5 respostas, você pode pesquisar por uma plataforma bacana que disponibilize a sua oficina on-line em data(s) programada(s), e a mantenha acessível apenas aos participantes. A mais usada é a WebinarJam, paga e integrativa, com sms e e-mail automatizados, autorresponder, comunicação após o evento, etc., porém, assemelha-se a uma palestra, onde os participantes expõem perguntas para depois o orador responder, sem outras possíveis interações.

Uma que testei, sendo possível uma maior interação entre os participantes, como em uma sala de aula, integrando diversas funcionalidades, além de ser bem dinâmica, fácil de usar, intuitiva, gratuita e super interativa é a OpenLearning.

Há o Interacting Human Resource Mobilizer também, com inúmeras possibilidades, além do workshop, podendo ser usado gratuitamente durante 10 dias, mas existem outras no mercado também, basta procurar no Google.

Mas é importantíssimo saber os tópicos que o seu público está ávido por obter maiores informações e conhecimentos, e uma das formas de se fazer isso é através de um questionário do Google, enviado para o perfil dos participantes da sua oficina, depois de notar o interesse deles sobre o tema do workshop.

Assim, o questionário deve conter perguntas específicas sobre o que você precisa saber para planejar seu wokshop:  

  • Em qual tipo de oficina estariam interessados?
  • Quais dúvidas ainda existem sobre o assunto?
  • Que inovações podem ser implementadas?

Como promover a oficina?

Outro fator é a promoção da sua oficina, que pode ser feita por meio de e-mails diretos, ao colher os endereços dos interessados em participar; do facebook, que já dispõe de uma página para eventos; da plataforma Sympla, Event Brite, etc.

 O grande segredo para a plenitude é muito simples: compartilhar.

– Sócrates –

Depois, é só preservar as informações levantadas na oficina, a fim de utilizá-las como peças para um próximo encontro, e permanecer conectado às pessoas que fizeram parte dela. 😀